Palavra de origem grega, kharisma, derivada de kharis,
significa “graça”.
Esse termo foi utilizado por São Paulo, no sentido de
os cristãos receberam a “graça,” isto é, o dom gratuito
da “vida eterna em Cristo Jesus” (Cf. Rom 6,23). São Paulo
ainda dá a essa palavra sentidos mais estritos:
• “Cada qual recebe de Deus um dom (kharisma)
particular” (1 Cor 7, 7).
• “Existe diversidade de dons (kharisma) espirituais,
mas há um só Espírito” (1 Cor 12,4).
Por isso, para a Igreja Católica moderna, a palavra
kharisma significa crisma ou crismado, ou aquele que recebeu
uma graça ou um dom divino. Seria uma força divina
conferida a uma pessoa, tendo em vista a sua necessidade
ou utilidade em uma comunidade religiosa.
Esta expressão é utilizada, comumente, para definir
o dom de influência e fascinação que um indivíduo, exposto
às massas ou multidões, exerce sobre o público.
Sociologicamente, representa um conjunto de qualidades
e habilidades inerentes a certo tipo de líder. É atribuída
a alguém que possui qualidades especiais de liderança,
seja por sanção divina ou, simplesmente,
individualidade excepcional.No entanto, o poder carismático é um poder sem base
racional, é instável e facilmente adquire postura revolucionarias.
Não pode ser delegado, nem recebido em herança,
como o poder tradicional. A legitimidade da autoridade
carismática provém da devoção e capacidade de arrebatamento
que o líder consegue impor aos seus seguidores
através de suas características pessoais. O líder se impõe
por ser alguém fora do comum, possuindo habilidades
mágicas ou revelações de heroísmo ou poder mental de
locução.
A relação entre carisma e comunicação, é simples.
Esta ultima é sinônimo de poder e autoridade, isto é um
fato inquestionável.
A busca da excelência na forma de comunicação é, e
sempre será, um desafio para quem pretende atingir um
nível de destaque no mundo profissional ou pessoal. Para
tanto, é preciso que haja equilíbrio entre competência
técnica, competência comportamental e equilíbrio emocional.
A comunicação refere-se ao processo que leva a uma
maior compreensão de pontos de vista, opiniões, conceitos
e modo de agir e se produz de duas formas:
1. A comunicação interior ou intrapessoal - diz respeito
à comunicação que uma pessoa tem consigo
mesma - corresponde à reflexão interior onde debatemos
os nossos dilemas, dúvidas, orientações e escolhas. Essa comunicação interior reflete nossa
cultura, crenças, valores e preconceitos. É necessário
possuir discernimento e controle sobre
essa comunicação interior consciente, para poder
intervir nesses fatores quando necessário. É o tipo
de comunicação em que o emissor e o receptor são
a mesma pessoa. Nesse caso, a mensagem pode
ou não ser transmitida. Um modo de transmitir
esse tipo de mensagem seria através dos diários
pessoais. Ou seja, esta primeira etapa está ligada
aos sentimentos dentro de nós mesmos.2. A comunicação externa é expressa por palavras,
expressões faciais, posturas e ações físicas. Utilizadas
para nos comunicarmos com o mundo. Toda
comunicação que fazemos é uma ação, uma causa
em movimento, e regem alguma espécie de efeito
em nós e nos outros. Portanto, melhorar a comunicação
externa, formal e informal, permite construir
relações transparentes e receptíveis, seguindo
uma regra de lógica e coerência entre o pensar,
planejar, transmitir e agir.
A comunicação, conforme foi dito, constitui um processo
e ocorre passo a passo. Não se sucede a intervalos
rigidamente separados, mas flui entre seus vários ângulos,
de modo interligado. Cada passo é discernível e influenciável.
Proceder “passo a passo” quer dizer: deixar que
o objetivo visado se torne condutor dos pensamentos e
ações.Para tanto, é indispensável uma cuidadosa preparação
da conversa, um conhecimento dos fatores que a
antecedem e informações preliminares corretas. Quanto
mais o objetivo se delinear nitidamente diante dos olhos,
mais facilmente será alcançado.
Comunicação é argumento, e a argumentação nutre
a conversação. Argumentar é provar alguma coisa, invocar
razões, explicitar afirmações e justificar os pontos de
vista. Consegue-se convencer pelo uso de argumentos
honestos, completos e críveis. Contudo, argumentos
podem se tornar evasivos e sem poder se colocados em
momento, tom e circunstâncias impróprias.
Quem for capaz de prender uma platéia pela palavra
é sempre bem sucedido, pois consegue convencer. Se o
público se identifica com o que está sendo dito, não há
necessidade de insistência sobre o assunto.
E não basta apenas uma exposição correta e objetiva
de idéias, ela deve ser eloqüente, expressiva e enfática de
acordo com o público-alvo. Devemos compreender que o
principal meio para o entendimento é a linguagem e com
ela podemos informar, comover, conduzir e persuadir.
Podemos afirmar que, fazendo uso adequado da linguagem
verbal e não-verbal, uma pessoa pode construir sua
marca.
Seja você um empresário, executivo, advogado,
médico, professor ou estudante, queira ou não, sua maior
arma é a habilidade de se comunicar com o mercadoalvo
de tal forma que suas idéias, produtos ou serviços
provoquem desejos.Diariamente estamos vendendo algo: produtos, serviços,
idéias, imagens, marcas, etc. E um bom “vendedor”
além de conhecer as características e benefícios dos seus
produtos, precisa persuadir seu público quanto à aquisição
dos mesmos. Em qualquer área de atuação, relegar a
importância da coerência na comunicação verbal e nãoverbal
é colocar em risco as possibilidades de sucesso.
Desenvolver o “dom da palavra” possibilita a uma pessoa
influenciar indivíduos e grupos quanto às suas idéias e
conceitos, seja na vida política, profissional ou pessoal.
Já na antiga Grécia, no século V a.C. os homens debatiam
suas idéias em praças públicas chamadas Ágoras,
exercitando suas técnicas de argumentação. A preocupação
com o domínio da expressão verbal surgia então,
não somente como meio de defender, mas de difundir as
novas idéias filosóficas nos meios aristocráticos e possibilitar
a prática da democracia.
Ao se dominar a arte de falar em público, tem-se a
possibilidade de defender idéias, realizar discursos políticos,
vender produtos, fazer apresentações de trabalhos
acadêmicos, sair-se bem em um encontro de negócios,
entrevistas de emprego ou até mesmo falar sobre um
determinado assunto em encontros pessoais. Quando
uma pessoa fala bem, de alguma forma ela provoca admiração
nas outras. Não só pelo uso correto da linguagem,
mas também pela exposição de seus conhecimentos e isto
é fato inegável.
Tanto para quem está se iniciando na arte de falar em público quanto para os “veteranos”, alguns elementos
são fundamentais no desenvolvimento dessa habilidade,
como veremos a seguir.
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