1. Emissor
Pessoa que está emitindo a mensagem num determinado
momento.
Fatores a serem considerados:
•Motivação – A apresentação pode ser feita para fornecer/
obter informações, para convencer o grupo
sobre uma nova idéia, para “vender” um serviço,
para apresentar resultados, etc.
•Credibilidade – O grau de aceitação da mensagem
será diretamente proporcional ao conhecimento do
orador quanto ao assunto.
•Desempenho – Uso correto da expressão verbal e
não verbal para comunicar-se com os outros.
2. Receptor
É a pessoa ou grupo de pessoas situadas na outra
ponta da cadeia de comunicação que recebe a mensagem
e a interpreta internamente, manifestando externamente
essa interpretação. O receptor faz o caminho inverso,
isto é, parte dos significantes até alcançar a intenção de
significação. Por isso, o levantamento das características
do público alvo deve incluir todas as tentativas de se obter
o máximo de informações possíveis sobre ele: número de pessoas presentes, sexo, idade, raça, profissão ou
função na empresa, formação, nível de instrução, conhecimento
sobre o assunto que será tratado, antecedentes
relevantes e expectativas ou necessidades.
3. Mensagem
Elo entre o emissor e o receptor; objeto da comunicação;
tradução de idéias, objetivos e intenções; a mensagem
deve ser preparada em termos de:
•Conteúdo: Refere-se ao que será dito a respeito de
um determinado assunto. O primeiro passo é definir
o objetivo da apresentação; em seguida, tendo
em mente as características do receptor e o tempo
disponível, deve-se selecionar as idéias mais importantes
que serão apresentadas, isto é, priorizar as
idéias relevantes.
•Estilo: Está relacionado à maneira como será apresentado
o conteúdo. O estilo poderá variar desde o
mais informal até o mais formal. O orador poderá
optar por utilizar uma linguagem coloquial (expressões
populares), ou uma linguagem mais formal,
dependendo do público, do local, da ocasião e do
objetivo da apresentação.
•Estrutura: Diz respeito à organização da mensagem.
Uma mensagem bem organizada apresenta todos
os seus elementos ligados logicamente entre si. É
importante dividir a apresentação em três partes:
introdução (atraente e convidativa), um corpo (conciso, claro e coerente) e uma conclusão (enfática e
breve)
•Código - Conjunto de regras de combinação que
geram compreensão. O emissor lança mão do código
para elaborar sua mensagem, realizando a operação
de codificação. O receptor identificará esse
sistema de signos, fazendo a operação de decodificação,
somente se o seu repertório for comum ao
do emissor. Portanto, é importante que você analise
bem o seu público alvo para ter certeza de que
ele conhece o código utilizado.
•Canal - Veia de circulação da mensagem; via escolhida
pelo emissor, através da qual a mensagem circula.
Quando se faz uma apresentação, a mensagem
pode ser transmitida de diferentes formas, por
exemplo: visual-gestos, movimentos do corpo, expressões
faciais postura, tom de voz, variação de
altura e intensidade vocal, manipulação de objetos.
A comunicação ocorre, então, através dos órgãos
dos sentidos: audição, visão, tato, olfato e paladar.
A seleção inadequada do canal pode levar à ineficácia
da comunicação. O emissor deve se perguntar:
essa mensagem deve ser escrita? Ou devo comunicá-
la pessoalmente? Ou ainda pelo telefone?
•Feedback - Sinais perceptíveis que permitem ao emissor
conhecer o resultado de sua mensagem: se foi
recebida ou não; se foi compreendida ou não. Funciona
como intercâmbio entre emissor e receptor; faz com que a comunicação torne-se um processo
bilateral; inclui a reação do receptor à mensagem
transmitida. Durante uma apresentação o orador
poderá perguntar aos espectadores se estão compreendendo
a mensagem. Poderá observar se as
pessoas não estão reagindo como o esperado, isto
é, estão inquietas, agitadas, distraídas, ou indiferentes.
Ou então, observar se elas participam, sorriem,
acompanham seu raciocínio com meneios de cabeça.
É muito importante ficar atento aos sinais reguladores,
e interpretá-los adequadamente para dar
o melhor andamento possível à apresentação.
4. Ruído
Interferências no processo de comunicação, que resultem
em distorção da mensagem. O ruído pode ser externo
e de natureza física. Ou pode ser interno, tendo sua
origem no receptor ou ainda no próprio emissor. A interferência
externa pode se apresentar sob forma de um
som: pessoas falando, tosse, riso, acústica, ventilação ou
iluminação, barulho das cadeiras ou nos equipamentos,
ruídos da sala ao lado, do corredor ou do trânsito. Algumas
dessas interferências estão fora do controle do emissor
e o máximo que se possa fazer é tentar adaptar-se a
elas.
5. Contexto
Constituído pelo local e ocasião da apresentação, isto
é, pelo ambiente físico e psicológico onde a comunicação está ocorrendo. Sempre que possível, é importante conhecer
o local da apresentação com antecedência. Dessa
forma, algumas alterações que julgar necessárias, poderão
ser eliminadas. Você poderá planejar sua movimentação
na sala, a posição correta dos equipamentos, a utilização
do microfone, etc.
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