Vamos aos exercícios: EXERCICIO Nº 13 Reveja como fez em relação ao Exercício nº 3, o mesmo dia da semana anterior. Se fizer este exercício numa quarta-feira, por exemplo, deve tentar reconstituir, tão completamente quanto possível o que fez durante a última quarta-feira. EXERCICIO Nº 14 Será capaz de escrever as 4 regras de higiene do cérebro enunciadas na lição nº 2?EXERCICIO Nº 15 Lembra-se dos 4 versos aprendidos na lição 3? Recite-os. Se não conseguir fazê-lo perfeitamente, releia-os várias vezes, recite-os. EXERCICIO Nº 16 Faça novamente o exercício das prateleiras cerebrais, mas, desta vez, mude os seus três assuntos de concentração. EXERCICIO Nº 17 Faça novamente o exercício 4, mas com outra coisa: tire uma roupa do armário, por exemplo, ou, melhor: pense em fazer qualquer coisa determinada: por exemplo, pense em telefonar a um amigo, amanhã, antes de jantar, ou em ir ao farmacêutico após o seu dia de trabalho. Tente aplicar o método preconizado das “imagens fortes”. Por exemplo, imagine-se à noite, em casa, torturado pela dor por ter se esquecido de passar pelo farmacêutico ou, então, imagine-o a fazer violenta censuras, etc.. EXERCICIO Nº 18 Escolha uma obra difícil, de um autor conhecido pelo seu estilo árido e abstrato (por exemplo, Pascal, Descartes ou Proust, dos quais existem obras nas coleções de bolso). Comece-a, lendo no princípio uma dezena de frases. Depois, retome cada frase, não passando a seguinte sem ter penetrado profundamente no sentido do que lê. Se lhe for necessário, recorra a um dicionário. Avance todos os dias uma dezena de frases, relendo as páginas dos dias anteriores. Ao fim de uma semana coloque por escrito àquilo que fixou. É um dos melhores exercício de desenvolvimento da sua capacidade mental. O PROCESSO NORMAL DE MEMORIZAÇÃO (continuação) A OBSERVAÇÃO B) Observe bem. Quando se trata de lembrar de qualquer coisa, a atenção deve tomar uma forma mais precisa: é a observação. Para que se recorde bem certo quadro de um mestre, não basta que se limite a prestar-lhe uma certa atenção. Para começar, é preciso fazer uma idéia de conjunto; depois, torna-se necessário estudar-lhe os pormenores. A partir do momento em que se trate de fixar qualquer coisa que comporta diferentes elementos ou diferentes aspectos, tem de se observar. Veremos também, ao estudar a associação, que esta carece ás vezes da observação de outros elementos além da noção ou objeto a fixar. Para apreender a melhor observar, treine-se a examinar as coisas sob os seus diferentes aspectos e diferentes sentidos: veja o panorama geral e a cor, toque, sinta,prove, escute, examine o peso, o volume, a dureza, etc... Quanto maior número de sentidos em ação mais facilmente se recordará. A observação da coisa a fixar é essencial. É esta primeira observação que vai produzir um registro inicial desta coisa na memória. Não poderá encontrar posteriormente na sua memória o que lá não tiver posto. As lacunas da nossa memória provém, em grande parte, de um registro defeituoso, isto é, de uma impressão deficiente. Quando quiser fixar um trecho ou uma poesia, deve observar atentamente a escolha das palavras, o ritmo das frases. Deixe que se formem no seu espírito as imagens sugeridas pelo autor. Para se reterem as palavras, as idéias, é necessário dar-lhes imagens. Para se conservarem abstrações, é necessário tentar concretizá-las, tentar “vê-las” sob a forma de imagens. Quando se tratar de reter noções ou fatos múltiplos, pode-se facilitar o seu registro através de abreviaturas e esquemas. É graças a símbolos e esquemas que se podem fixar mais facilmente as reações químicas ou as experiências de física ou as fórmulas matemáticas. Mas estes símbolos e abreviaturas podem ajudá-lo também em domínios diferentes. Procure aplicações na sua profissão.Como Observar? “Observar”: todos sabemos o que isso significa e, no entanto, geralmente observamos muito mal. Suponhamos que você devia observar um momento, a “Opera” (de Paris), por exemplo. Se proceder conforme 99 pessoas em cada 100, deixará sem dúvida que o seu olhar vá do comprimento para a largura, da altura para a base, se um pormenor para outro, etc... Se, 48 horas depois, lhe for pedida uma descrição preciosa da “Opera’, terá imensa dificuldade em fazê-la. Porque? Por que olhou mas não observou”. a. Comece por observar as formas gerais: retangulares, triangulares, esféricas, assim como o modo como estão distribuídas. b. Examine as dimensões e as proporções: comprimento em relação á altura, etc... c. Examine a arquitetura: fachada, ângulos, janelas andares, tetos... d. Examine os detalhes: molduras, esculturas, ferragens, motivos decorativos, etc... Procedendo desta maneira, você faz uma observação verdadeira que deixará na sua memória uma impressão duradoura. Este método de observação não é válido, unicamente, em relação aos monumentos: aplica-se a tudo – passagens, quadros, objetos, plantas, feições, etc... Passe sempre pelas fases seguintes: Observação da forma geral, do volume; Observação e avaliação das dimensões e proporções; Estrutura geral, aspecto, estilo, cores, etc.; Exame da diferentes partes componentes; Exame dos pequenos pormenores no interior dessas partes. Para ser fixar estas observações eficientemente é muito vantajoso pôr-se, simultaneamente, a si mesmo, as perguntas e formular as respectivas respostas, como os exemplos abaixo: Qual a forma do teto? O teto tem uma triangular. A A altura é mais importante que a largura? Não: a altura é inferior, em cerca de um quarto. Quantas colunas há? Há oito colunas na fachada. Que representam batalhas da antiguidades, etc... C) Classificação O registro das idéias, das noções, dos fatos, é facilitado pela classificação. A classificação consiste, por um lado, em agrupar o conjunto de dados s emelhantes, por outro, ligar esses dados a um grupo mais geral. Por exemplo, examine o quadro de objetos que faz parte do exercício nº 1, do primeiro tutorial. Você ficará com grande probabilidade de fixar tais objetos se os agrupar em redor da mesma idéia: À volta da idéia de refeição, a agrupará, por exemplo: Garrafa Copo Cafeteira Taça Faca À volta da idéia de “toilette” e de roupa, você agrupará: Nó de borboleta Tesoura Linhas Botão Alfinete de molas Sapatos Escova. Ao redor das idéias de repouso e leitura: Jornal Óculos Livro Lâmpada elétrica Cachimbo Fósforo Lápis Carta A classificação pode ser feita mentalmente, mas se tratar de noções complexas, é recomendável fazer-se um quadro sinótico. O quadro sinótico é de uso geral. Enquanto que o esquema ou as abreviaturas são somente transcrições simplificadas de dados que se prestam à esquematização ou abreviatura, o quadro sinótico pode empregar-se sempre que se pretenda ter uma visão de conjunto de uma questão, mesmo complexa. A seguir damos o exemplo de como se estabeleceria o quadro sinótico do plano deste curso consagrado ao desenvolvimento da memória. Se lhe fosse necessário conhecer este plano de cor, sem dúvida que este quadro sinótico seria a melhor maneira de classificar e observar, para o fixar. Nota: O quadro sinótico junto não segue rigorosamente a ordem das lições, mas reagrupa o seu conteúdo numa ordem lógica.EXERCICIO Nº 19 Continue o exercício de concentração n 18 EXERCICIO Nº 20 Eis um exercício de concentração bastante fácil, mas, no entanto, excelente: conte, da frente para trás, partindo de 200 até 2 e saltando os números de 3 em 3 : 200- 197- 194- 191- 188- etc... EXERCICIO Nº 21 Este exercício é semelhante ao exercício nº 1. Observe atentamente o seguinte quadro de objetos durante um minuto. Depois, tente agrupar e classificar os objetos, conforme acabamos de sugerir. No entanto, esta classificação é muito mais difícil de realizar que a do exercício nº 1, mas você verá que já conseguira um resultado melhor.EXERCICIO Nº 22 Observe a seguinte figura e responda o questionário que se segue anotando quantas respostas acertou.
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