Quem é responsável pela sua motivação?

Só me motivo quando eu receber aumento de salário! Para eu me motivar só falta conhecer alguém interessante. Estou desmotivado pela falta de dinheiro. A minha motivação foi embora junto com a derrota do meu time. Ter motivação depende de... A falta de motivação... Sem isso... Pois bem, é claro que as circunstâncias podem facilitar ou dificultar o desenvolvimento da motivação. Porém, justificar a presença ou a redução dela a partir de condições alheias puramente é outra questão. Da mesma forma que você, talvez, pense assim, existem outras pessoas que concordem igualmente. Logo, elas também aguardam certas situações para que se motivem. Não obstante, pense no caso de você ser uma destas condições para motivar alguém (servir-lhe de companhia, emprestar ou dar dinheiro, amá-la, casar-se com ela, defendê-la etc). Então, sob tal ponto de vista, você é responsável pela desmotivação que eventualmente ocorra nesta pessoa (e em outras) caso não seja possível atendê-la, e pior, saber a respeito de tais situações, pois há gente que sequer manifesta os próprios desejos, tornando-os ocultos por tempo indeterminado. Se pensarmos a motivação nestes termos, é evidente a dificuldade de se atender a tantas vontades que se fazem necessárias ao desenvolvimento da motivação. Não é? Todavia, se vale para os outros, a regra se encaixa a você também. Portanto, pergunte-se: Do que você depende para se motivar? Ou ainda: Quem é o responsável pela sua motivação? Para colaborar, vale a pena tomar contato com as ideias de Epicteto (55-135), pensador que viveu no antigo Império Romano: “Nada pode de fato fazê-lo parar. Nada pode realmente impedi-lo de prosseguir. Porque a sua vida está sempre sob o seu controle. A doença pode desafiar seu corpo. Mas será que você é só um corpo? Suas pernas podem estar incapazes de andar. Mas você não é somente um par de pernas. Sua vontade é maior do que as suas pernas. Sua vontade não precisa necessariamente ser afetada por algum incidente, a menos que você permita. Lembre-se disso com relação a tudo o que acontece com você”. É, pois, momento de ponderar sobre as razões que podem motivar uma pessoa. Se acaso elas se encontram atreladas basicamente a terceiros (gente, golpe de sorte) ou se são extraídas, via de regra, internamente daquele que se responsabiliza pelo seu próprio desenvolvimento, e, por tal determinação, encontra incontáveis recursos dentro de si mesmo para se motivar e crescer. (Lembre-se que todos possuem o potencial para evoluir, mas é preciso fazer acontecer.) Com efeito, cumpre-se, finalmente, questionar: Será que culpar o outro ou a circunstância é uma forma de se justificar e esconder-se mediante a acomodação, transferindo-lhes a responsabilidade acerca do desenvolvimento da motivação?

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