Santa Matilde - SM 4.1

E m meados dos anos 70, o engenheiro Humberto Pimentel Duarte, um amante de carros esportivos, presidente da Companhia Industrial Santa Matilde, fabricante de vagoes e equipamentos agricolas, cedeu aos apelos da filha Ana Lidia de apenas 19 anos de produzir um carro esportivo. Numa prancheta desenvolveram o projeto e procuraram o entao piloto e preparador de carros Renato Peixoto para a realizacao. Assim surgiu em 1978 o SM 4.1, um esportivo com bom desempenho e acabamento requintado para ocupar a vaga deixada pelas restricoes a importacao de automoveis realmente esportivo e potentes . O SM 4.1 e um 2+2 com carroceria de fibra de vidro. Emprestava a mecanica Opala seis cilindros e trazia o conforto do ar-condicionado e do acionamento eletrico dos vidros, sem contar a sofisticacao do revestimento de couro no interior. Os freios a disco nas quatro rodas garantiam a seguranca do esportivo. A linha de cintura alta e os farois duplos com o pisca triangular na frente equipado com o forte motor Chevrolet 250-S, com 171 cavalos tinha elasticidade, e forca em baixa rotacao proporcionando prazer na conducao do carro. Na vers ao conversivel, vinha com duas capotas, uma de lona e outra rigida, de fibra. No interior com boa posicao de dirigir e o conforto dos bancos de couro, tinha se a frente o painel envolvente recheado de instrumentos. Como todo esportivo da epoca surgiu devido as restricoes de importacao, mas morreram com a liberacao dela, mas ele resiste grac as aos colecionadores, interessante e que este carro e o unico concebido por uma mulher a Ana Lidia, a "mae" do SM 4.1. Sua producao se encerrou em 1988, mas sob encomenda foi produzido ate 1990.

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