Não é por acaso que a terrível, mas colossal história do
acidente com o avião nos Andes em 1972, choca e causa admiração.
O uruguaio Nando Parrado, um dos sobreviventes, afirmou: Estava
decidido a não morrer tão jovem. Se não tivéssemos caminhado, hoje
não estaríamos aqui. Decorridos dois meses do acidente (imagine a
dificuldade para sobreviver mediante a sede, a fome, o medo, o
cansaço e a temperatura que beirava trinta graus negativos!), Nando
decidiu caminhar com o colega Roberto Canessa. Por dez dias
andaram cem quilômetros sobre montanhas íngremes até encontrar
ajuda.
Quem imagina ser capaz de realizar tamanho empreendimento?
Mesmo nas condições profundamente difíceis a que se submeteram,
quem se decide a buscar socorro sem ter qualquer horizonte otimista
à sua frente? Nem todos acreditavam na sua salvação. Ao contrário,
a morte pareceu ser o destino inevitável para muitos. Até o retorno
dos helicópteros de resgate, guiados pelo obstinado Nando Parrado.
Por vezes, ele também não acreditou que conseguiria. É comum
desanimar frente a obstáculos de dimensões tão superiores. Mas o
fato é que ele continuou. Não desistiu. Mesmo sofrendo, andou.
Lutou. Venceu. Sobreviveu!
Há um gigante dentro de nós, e pode ser despertado quando
assim o decidirmos. Porém é preciso se perguntar se queremos
acordar esta porção e dela utilizarmos os recursos disponíveis, ou se
preferimos nos manter na condição em que nos encontramos. É o que
desejamos?
É tempo de crescer e conquistar bem mais do que enxergamos
por hora. Na vida pessoal e profissional. Se existe a possibilidade de
ultrapassar os limites autoimpostos pela nossa falta de visão a respeito, ausência de vontade ou dificuldade de fazer concretamente
as coisas (às vezes os três aspectos estão presentes), por que não
mudar a crença a respeito? O que exatamente nos prende e impede
de realizar o que consideramos ser impossível? O que julgamos ser
impossível neste momento? Será que é, de fato? O impossível pode
ser uma justificativa para nem tentarmos empreender mais do que
oferecemos?
Há um gigante dentro de você. Talvez já tenha até
experimentado alguma situação incomum e teve de se chacoalhar, e
então percebeu que há mais (muito mais!) a ser explorado, desde
que se decida a tanto.
O que se percebe, grosso modo, é que pouco nos cobramos em
relação ao nosso desenvolvimento. Podemos muito. Todavia... Para
extrair mais devemos nos cobrar mais. Você tem o direito (e o dever,
acrescento) de fazer uso do gigante que é. Desperte-se!
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